
Nisso o Paul McCartney não havia pensado.
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Beatles não foi a primeira banda que me encantou. Esse papel coube ao Police. Eu tinha entre 11 e 12 anos e minhas primeiras memórias conscientes de ouvir rock pousam em "EveryLittle Thing She Does Is Magic", faixa do quarto disco da banda de Sting, Ghost In The Machine, lançado em 1981.
Oito anos atrás, o planeta mudou de rumo. A história, a partir de 11 de setembro de 2001, é outra. Dois aviões da American Airlines estraçalhados contra as torres do World Trade Center e mais de 3.200 mortos tiraram a Terra da órbita habitual. Aí o mundo entendeu que algumas coisas precisavam ser repensadas, porque aquele mundo que a gente conhecia é parte do passado.
Na última terça-feira, dia 8, a viúva de John Lennon havia dito ao site Sky News, que o catálogo dos Beatles estaria disponível a partir de ontem, dia 9, para download pago na loja virtual iTunes. A chegada dos álbuns virtuais acompanharia o lançamento do 'The Beatles: Rock Band' e das edições remasterizadas em CD da discografia oficial.
Os Beatles foram a primeira banda que eu amei. Foi em 1975.
De lá para cá já gastei muito dinheiro e tempo com eles. É a marca mais valiosa da história do rock. A explicação é que eles tiveram impacto social maior e mais permanente que qualquer outro. Música não foi o ponto. Agora é.
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Tudo começou quando o ex-beatle soltou a palavra "aposentadoria" em uma entrevista há pouco tempo. Ele disse que isso nem passava pela sua cabeça, mas quem leu parte da frase entendeu justamente o contrário e aí começaram os rumores de que ele estava prestes a pendurar o violão.