Vai lá

Domingo tem Skank, Fresno e Fake Number na faixa

De volta dos Estados Unidos, pra onde levaram a turnê de Estandarte, os meninos do Skank já estão com a agenda cheia. Neste domingo, eles tocam as músicas do disco, como "Sutilmente", "Ainda Gosto Dela" e "Chão", em um show promovido pela rádio Mix e pela Prefeitura de Sao Paulo. "Vou Deixar", "Dois Rios", "Beleza Pura" e outros sucessos que consagraram a banda de Minas Gerais nesses quase 20 anos de carreira também não irão ficar de fora. 

A abertura fica por conta do Fresno e do Fake Number.

Tá chegando: Cat Power faz show sábado em SP

Não é a primeira vez que Chan Marshall, aka Cat Power, vem ao Brasil. Ela já tocou por aqui em 2001 e, numa performance muito melhor, no Tim Festival de 2007. Ainda assim, sua volta é mais que esperada. 

Rock nacional muito antes da MTV

Documentário sobre Ratos de Porão esbanja registros históricos do underground nacional

Filme sobre Kurt Cobain coloca o espectador na história

A troca de imagens da banda por cenas rotineiras e personagens típicos das três cidades fundamentais para a história de Kurt e do Nirvana pode passar a impressão de que o documentário vai seguir modorrento a partir dos primeiros minutos. Mas foi uma boa solução encontrada pelo diretor e roteirista AJ Schnack (também autor do livro "Our Band CoulD be Your Life") por estar somada às próprias impressões de Kurt.

Começou o festival In-Edit Brasil

Mostra internacional de documentários sobre música chega ao país sete anos após nascimento, em Barcelona, com 15 filmes nacionais

Começa hoje a primeira edição brasileira do In-Edit, festival internacional de documentário musical. O programa nasceu há sete anos em Barcelona com foco no fomento à produção do gênero. Para o público, o evento oferece a possibilidade de assistir títulos raros e difíceis de serem encontrados no circuito tradicional.

Até o chão! Bonde do Rolê toca no Studio SP

Essa sexta é dia de rebolation no Studio SP. A festa, organizada pela agência de DJs SmartBizz, tem como atração principal o funk escrachado Bonde do Rolê.

No palco, você confere Laura e Ana, a vocalista gostosa e a escrachada escolhidas há pouco tempo em um concurso, junto com Pedro e Gorky. Se der sorte, eles mostram alguma coisa do novo álbum, gravado com o DJ  e produtor Chernobyl.

Antes e depois do show tem set do Dubstrong e de Edu K.

Todo mundo é dj

Antro de rock do bom, moderninhos e descolados, a Funhouse promove hoje a festa Everybody is DJ em SP, O projeto que acontece todo último sábado do mês tem uma filosofia colaborativa, assim como o Bis. Explico: quem estiver na pista pega o cel/palm/iPhone e manda sua sugestão via conexão bluetooth, e-mail, twitter e sms e os DJs David Rock e Ricardo Crem alternam em seus sets as músicas que a galera pediu. Por isso, hoje todo mundo é DJ.

Fim de semana rock tem show do Móveis e do Wander

O fim de semana que chega terá dois shows que recomendo. São dois expoentes do rock, nas suas vertentes mais variadas: Móveis Coloniais de Acaju e Wander Wildner. O primeiro veio lá do cerrado, é chamado de "banda revelação" e faz uma mistura inusitada de ska, música brasileira e ritmos do leste europeu, que eles mesmo chamam de "feijoada búlgara". Com seu disco novo, o C_MPLTE, o Móveis não são mais indie, mas também não são pop ainda.

Heaven & Hell toca em SP. Saiba como foi o show em Brasília

Se você quer realmente conhecer algo, vá direto à fonte. No caso do metal, filho bastardo, esta paternidade é fruto direto da mente e das mãos de Tony Iommi. Esqueça este papo de que "heavy metal" foi um termo usado pela primeira vez para designar "Born To Be Wild", do Steppenwolf - e realmente foi. Que Blue Cheer e Iron Butterfly teriam sido os pioneiros. Que o Zeppelin contribuiu com algo. Tudo isto é verdade. Mas qualquer asno é capaz de compreender a brutal diferença entre todas estas bandas e o Black Sabbath.

Revival: Smack toca no Vegas

Criada nos anos 80 por Edgard Scandurra, Sandra Coutinho (ex-Mercenárias), Thomas Pappon (ex-Fellini e Voluntários da Pátria) e Sérgio Pamplona (Pamps), a banda Smack deixou sua marca na cena underground paulistana. Os poucos shows que faziam não eram encarados como "negócio", mas como um pretexto para juntar amigos e se divertir. Era basicamente um projeto paralelo que deu certo.