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Versão alternativa do último single do rapper norte-americano Kid Cudi - Pursuit Of Happiness com partipações de MGMT e Ratatat, do seu álbum de estreia Man On The Moon: The End Of Day.
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Pau-de-dá-em-Doido e Executivo Club apresentam na próxima sexta dia 12/03 o novo projeto mensal "SEXTÃO LOCO" a festa conta com os deejays Big Edy (Contra-Fluxo) e Nato_Pk (Pau-de-dá-em-Doido) tocando o melhor do Hip Hop e suas vertentes, a cerimôna fica por conta dos Mc´s Arnaldo Tifu e Bruno Cabrero.
Para os Mc´s de plantão: Beat Set com O Beatmaker convidado Sala 70, que vai fazer uma seleção de seus instrumentais mais locos para quem quiser mandar uma rima.
Fechando a festa teremos Enézimo (Pau-de-dá-em-Doido) "Versos" Don Cesão (360 Graus Records), mandando suas rimas juntos no palco do Executivo Club.
Para os fãs do Hip Hop e Mc’s que procuram uma oportunidade de mostrar seu talento o “Sextão Loco” é destino mais do que certo na próxima sexta feira em São Paulo.
Local: EXECUTIVO CLUB
R. 7 de Abril, 425 - Centro - (Em frente ao Metrô República)
Preço Único R$15,00 (Com flyer R$10,00)
Mulher grátis Até 00:20H
Lista desconto: paudedaemdoido.sa@gmail.com
Dia: 12/03 a partir das 23:00H

As marcas Ortofon e Serato, duas das maiores fabricantes do mundo em tecnologia para DJ, juntaram-se pela primeira vez para criar um cartucho para toca-discos, com características sem precedentes. O S-120 incorpora a combinação de experiência e precisão das famosas Ortofon, com a tecnologia do sistema digital de vinil da Serato, o Scratch Live.
Com uma série de avanços tecnológicos, o S-120 se beneficia, sobretudo, com a nova tecnologia de suspensão assimétrica. O desenvolvimento desta tecnologia permite uma rigidez vertical surpreendente, ao mesmo tempo em que aumenta a capacidade de rastreamento horizontal, permitindo uma precisão inigualável. Tanta precisão trouxe ainda a redução do desgaste do vinil.

Finalmente, o Ortofon-Serato S-120 se apresenta como um cartucho especialmente desenvolvido para a reprodução de um vinil timecode. A tensão de saída é alta, com 10,0 mV (mili-volts), permitindo um desempenho maior, especialmente quando usada com as interfaces SL1 e SL3.
O cartucho estará disponível nas versões Concorde e OM. Tal como acontece com todos os modelos Ortofon, também haverá agulhas de substituição para o modelo S-120.
Para apresentar o desempenho do Ortofon-Serato S-120, os fabricantes convidaram o campeão do DMC 2008, o francês DJ Fly.
Saiba mais sobre DJ Fly e Ortofon-Serato S-120
Falamos com IDE, o MC e Produtor americano, que junto com DJ Caique aqui no Brasil, trabalham de forma colaborativa nas produções da crew Creative Juices. Confira a entrevista.

Conte-nos sobre os seus primeiros contatos com o Hip Hop. Quais são suas influências?
Comecei a me ligar em Hip Hop no inicio dos anos 90. Escutava Naughty by Nature, House of Pain, Craig Mac, Fu Shnichens. Depois comecei a ouvir Cypress Hill e Wu Tang Clan. Eu me lembro do primeiro Wu Tang que eu arrumei, era um cassete com o single de “Cream/Da Mystery of Chessboxin”. De primeira, “Cream” não foi minha favorita das [foi uma música que eu comecei a gostar aos poucos] mas quando ouvi “Da Mystery of Chessboxin” me lembro de ter pensado que aquilo não era parecido com nada que eu havia ouvido antes! Tão cru e suja... Eu fiquei pirado no Wu Tang. Isso foi ainda no colegial. Nessa época, entrei numa fria por que levei uma faca pra escola e alguém disse que eu ameacei algum aluno com ela e que cortei algumas cadeiras. Não preciso entrar em detalhes, só quero dizer apenas que eu era inocente... Mas me lembro nesse dia, de descer a rua ouvindo no walkman Naughty by Nature, só curtindo. Logo depois disso eu comprei uma turntable Gemini de correia e um mixer Gemini com 10 segundos de sampler. Foi aí que fiquei viciado. Eu já era “Viciado na Visão”* desde moleque!
[* trocadilho com “Addicted to the Vision”, nome de um disco do Ide]
Qual é o significado do nome de IDE?
Muita gente me pergunta isso. Algumas pessoas pensam que tem haver com computadores. Outras pensam que são as iniciais de alguma coisa. Mas na real eu tenho esse nome desde 95-96. Quando eu era mais novo fiz uma tatoo de um trevo com a palavra “orgulho” [pride em inglês] em cima. Quando comecei a grafittar eu usava esse símbolo como minha tag, mas eu era malsão pra escrever o P e o R... Então tirei eles fora e ficou IDE... Mas é sempre pronunciado como I D.
Como você chegou ao nome Creative Juices para batizar a crew?
Por volta de 2001-2002 eu e o Alucard, ao lado de mais dois mcs que eram do lado leste de Nova York, formamos a crew “The Hell Fire Clube”. Mas os outros dois membros não eram tão dedicados como eu e o Alucard éramos. E eu e o Alucard nos encontrávamos depois do trabalho e acabamos gravando todas essas demos. Nós costumávamos nos trancar no estúdio e gravarmos durante umas 30 horas sem parar. Chamamos isso de “sessões maratona”. Em dois dias produzíamos seis beats, escrevíamos todas as letras e gravava tudo. O Alucard desenhava até as capas. A Creative Juices foi se formando. Então fizemos uma mixtape que se chamou “Creative Juices”. Assim que fizemos essa mixtape o nome pegou e as pessoas começaram a nos chamar de Creative Juices. Todos gostaram do nome, nos representou bem, então resolvemos mantê-lo como nome da crew. Já faz quase uma década e ainda é Creative Juices.
Você tem trabalhado duro para movimentar a cena Hip Hop em NY, sempre lançando bons discos, como MC e também como produtor. Qual a sua opinião sobre a cena Hip Hop nos USA?
Poderia falar sobre isso por horas… Mas pra resumir: nos anos 90 a cultura Hip Hop estava no auge e você via todos os elementos da forma mais crua. A diferença pra cena de hoje é enorme, toda uma galera completamente diferente. Enquanto eu crescia o Hip Hop era totalmente underground. Era algo novo e não havia ainda entrado no esquema mainstream. Era mesmo um taboo ser branco dentro da cena Hip Hop. E enquanto o Hip Hop ia ficando mais e mais popular, mais mainstream ele também ficava. Milhões de pessoas entraram nessa. Crescendo indo a shows eu podia ver os b-boys, os mcs pirando, os graffiteiros fazendo tags, os DJs se apresentando com seus cases de discos. Era todo um mundo por si só. Mas esse mundo foi ficando maior e maior, e ao mesmo tempo aconteceu que foi se expandindo tanto que se tornou diluído e comercial. Ele perdeu muito da sua cultura original, e muitos dos cabeças caíram fora quando viram aquilo que eles mais amavam estava sendo explorado. O último show de Hip Hop que eu vi tinha gente vestido de terno e tals.... Nada haver... Agora eu raramente vou a um show. Fico numas de ficar comparando com o que era na época boa que isso acaba me fazendo mal, fica difícil me divertir. Tudo que eu penso é em como era foda naquela época. É raro reproduzir aquela sensação hoje em dia. Toda vez acabo me enfiando num porão lotado, esses clubs de hoje e me dá saudades daquele tempo...
O que você pensa sobre baixar músicas pela internet? Ele ajuda ou não?
Os downloads gratuitos foram mais ou menos a pior coisa que aconteceu na música, mesmo que tenha rolado pra mim uma grande popularidade por causa da disseminação dos downloads, coisa que seria impossível sem os downloads. Acaba tirando muito da graça da parada de se conseguir um som, nada mais é exclusivo ou difícil de achar. Houve uma época que para conseguir certos CDs você teria que comprar dos próprios artistas; o que significa que você teria que ir ao show deles. Agora as coisas estão acessíveis demais. A mentalidade desse pessoal que faz blogs e disponibilizam discos recém lançados é pequena, esses caras e seus sites não são nada alem de parasitas online roubando músicas, e dividindo-as com todos! Esses moleques pensam que estão ajudando a promover o artista, mas não enxergam o próprio papel que eles tem de destruir a atual música independente. Como pode um artista sobreviver? Os independentes são totalmente contra os downloads. Os mesmos caras que pirateiam sons, saem por aí dizendo que o Hip Hop morreu, complemente inconscientes dessa postura absurdamente irônica.

Conte-nos sobre o álbum Ideology e como o Table of Content The Praguel tem funcionado.
“Table of Content” é apenas uma mixtape para preparar as pessoas enquanto o álbum “Ideology” não sai. Lançamos praticamente como um álbum também porque todo material ali é novo ou inédito. “Ideology” é um disco que pra mim e pro Connect soa como uma obra-prima! Não quero ser arrogante dizendo isso, mas é apenas pelo fato de termos trabalhado nesse disco por 4 ou 5 anos, e somos perfeccionistas em relação a todo e cada aspecto do projeto. Nós colocamos muito nesse disco, e quando vocês ouvirem isso ficará evidente. “Ideology” é como uma pedra fundamental pra mim. É muito mais evoluído que todo meu trabalho anterior. As música são mais elaboradas, contextualizadas. É de longe um dos melhores trabalhos em termos de som, mixes e masterização, tudo muito limpo e puro. Nós não “cortamos caminho” com esse disco, tudo foi pensado. “Ideology” deve ser lançado em Abril.
DJ Caique é um dos grandes produtores do Hip Hop brasileiro, como você o conheceu e como é trabalhar com ele?
DJ Caique é um exemplo de que boas coisas também podem aparecer pela internet. Nos encontramos ao acaso em um site online. E começamos a trocar músicas por e-mail. De primeira já vi que o Caique era muito talentoso. Ele foi um dos primeiros produtores com quem eu trabalhei, antes era eu mesmo quem fazia os meus beats. Eu e o Caique queremos fazer um disco chamado “Lost in Translation” [“Perdidos na Tradução”]... Temos sempre tanta coisa pra dizer um pro outro, mas foi difícil por conta da barreira da língua. Na verdade é uma grande amizade. Quando a dificuldade com a língua aparece, deixamos que a música fale. Ela por si mesma já fala muito! DJ Caique é “o cara!”, ele tem desenvolvido seu som enormemente com o passar dos anos. Ele é capaz de fazer de 2 a 3 beats por dia! Eu nunca havia encontrado alguém tão dedicado e tão trabalhador!

Algumas linhas para você deixar uma mensagem, e também para nos dizer mais sobre os álbuns e os novos projetos que vem por aí...
Quero agradecer Pablom do Coletivo, DJ Caique e a MTV Brasil pela oportunidade de fazer esta entrevista. Paz a todos os fãs ao redor do mundo! Um grande salve a toda Creative Juices Crew e toda minha galera de NYC/Cali que ainda fazem som com muita qualidade. Temos muita coisa pronta pra lançar em 2010. Depois do “Ideology” eu e o Alucard já temos mais dois discos programados “F.F.S.” e o “Stone Cutters”. Também estou produzindo o novo disco do UG do Cella Dwellas, chamado “Portals”. Nós temos trabalhado com muitos artistas e temos participações em vários discos que estão para ser lançados. Estamos nos preparando pra lançar uma grande quantidade de músicas. Temos também uma compilação sendo preparada, toda produzida pelo DJ Caique. Fiquem ligados em todos esses novos projetos que aparecerão aqui: www.creativejuicesmusic.com
Vou deixar 2 discos para a galera baixar
Creative Juices - Endless Varieties 2
IDE & Dj Connect - Table Of Content Versão Mixtape
Paz e obrigado novamente pela entrevista!
Tradução: Thiago Mello

Neste sábado, 27/02, no Hole Club em São Paulo, acontece a Rinha dos MC´s Especial com o lançamento do DVD Criolo Doido Live in SP. Gravado no final de 2008, o DVD é o registro de um show de Criolo Doido em uma noite pra lá de especial e cheia de boas energias. Dirigido por Viviane Rocha e produzido pelo coletivo Arranca Tampa, o DVD contém dez faixas e Extras, com uma entrevista e a faixa Grajauex.
O lançamento do DVD Criolo Doido Live in SP marca os 20 anos da carreira do Criolo Doido pelo RAP e seu amor pela cultura Hip Hop. O MC fala da carreira, da vida e do lançamento do DVD, confere!
