O ForFun agora tem uma página no Portal Mtv onde serão postados vídeos e textos sobre o dia a dia da banda. Acompanhe por aqui sempre uma novidade diferente.
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Esse post é um sincero agradecimento às camaradas e aos camaradas que estão comparecendo nos shows dessa experiência incrível (pelo menos em nossas vidas) que vem sendo a Tour Polisenso 2009. Não sei exatamente, mas sei que há poucas semanas passamos dos 50 shows nesse ano de 2009.
Reencontrando velhos amigos, cidades, estradas, e conhecendo novos (as) também!
Essa foto aí de cima foi na nossa última dinâmica de grupo por Santos há duas semanas. Como todas as outras, essa passagem por lá também foi demais! E ainda deu tempo de pegar uma praiota! De lá pra Duque de caxias aqui no Grande Rio. Demais demais! Calor humano ! De temperatura ambiente e do motor de cada um a pulsar em sístoles e diástoles de corações de bem. Nesta semana fomos pra ( ou retornamos à ) Porto Alegre. Climinha divinal de ar condicionado natural, casa enorme, gauchada em peso, dividimos o palco com o camarada armandinho , e o show fluiu numa troca linda entre todos os presentes (e ausentes tb!) . Indelével! Já tô com saudade! Conexão Porto Alegre - Rio e depois de breve para um lanche e ducha, partimos pra Campo Grande, onde mais uma vez o calor convocou todos a transpirar! Rapaziada da zona Oeste aqui do rio sempre emocionando com ilustre presença e vibração!
Tudo isso pode ser conferido no nosso flickr
http://www.flickr.com/photos/forfunfotos/sets
Que é como um álbum de familia . Muitas vezes nos pegamos passeando pelo passado e ativando flash becks que fazem voltar sensaçoes muito especiais!
Ainda nessa semana os albuns de Porto Alegre e Campo Grande !
A caravana continua e temos o prazer de informar que finalmente vamos conhecer Brasilia e Manaus !!!!
Tudo que peço é saúde pra poder dar um mergulin no Paranoá e no Amazonas.
Sem falar que em duas semanas tem sequência sexta , sábado e domingo por Sampa!
É muita emoção mesmo! Muita Bênção !
Um abração e um beijão do irmão!
Nicoleta
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Reencontrando o camarada
- E aí !? Tudo bem !?
- Tudo certo! E contigo?
- Tudo beleza também!
- Beleza... Bom saber que tá tudo bem contigo...
- Po... eu também de tu ! Mó tempão!
- Pode crer... some não pô !
- Tô sempre aí na área... tu que não aparece...
- Bora marcar então qualquer parada...
- É só dá o toque...
- Demorô! Vou combinar com a galera e te falo!
- Essa parada!
- Abração!
Tava dando um rolé aqui pelos mares da grande rede quando passei pelo fotolog do camarada Nitcho. Grande artista dessa nova safra de humanóides que já cresceu ligada nas novas ferramentas tecnológicas, mas que não larga mão da “mão na massa”. Nitcho é , na minha opinião, um dos expoentes aqui no rio de janeiro da fase mais artística de expressão de pintura de rua, que veio a somar (ou até sobrepujar) à fase dos puros (no sentido de só terem eles) pixes de muro. É só pegar qualquer ônibus ou bicicleta e ir prestando atenção aos muros, que logo uma seqüência de belíssimas expressões de arte saltarão ao olhos, muitas vezes obrigando o espectador a ter que alongar o pescoço pra pescá-las melhor.

Vendo essa foto que escolhí no flog dele (http://www.fotolog.com.br/nitcho_enc/44027473 ) um paredão aqui no bairro do Humaitá (humaitaisson) da intervenção feita pelo próprio Nitcho e pelo também camarada Bives, fiquei matutando sobre esse lance de intervenção e expressão. Me veio à cabeça o Tal do lavoi... lavoi... lá voi eu começar a escrever lavoi no Google pra ver como é que se termina... ah...!! “Lei da Conservação das Massas” do louco francês Antoine Lavoisier. “ Nada se cria nada se perde , tudo se transforma”
Chuva torrencial de pensamentos aleatórios no cerebelo !
“Que foda! Parece que a árvore da arte tá integrada à arvore real! Mas qual que não é arte e qual não é real? As cordas do balanço tão dando mó idéia de movimento foda! Mas nada como o verde fluorescente das árvores que tão ali no meio lá trás! Demais! Irada essa intervenção de rua! Essa expressão de arte! O cara vai lá e transforma o que tava com o que ele cria. Mas ele cria? As idéias já estão no ar? O Jet que ele usa veio de um material que tava em outro lugar na natureza, e que pode ter sido sintetizado e foi aplicado ali através do que ele tava na mente e de sua cordenação motora. Os átomos vão se reagrupando como disse o Vovô lavo e as coisas vão se transformando sem alteração da massa. E nós quando morremos (ou fazemos passagem) nosso corpo se decompõe e os átomos se reagrupam de outra forma. Parece que perdemos 21 gramas assim que o coração pára de bater. A alma teria 21 gramas ( http://analisecetica.blogspot.com/2007/09/21-gramaso-peso-da-alma.html ).
Lendo mais lá na Wikipédia sobre o Lovoisier percebi a relação interessante entre seus pensamentos com um assunto bastante em pauta hoje em dia , sustentabilidade ambiental. Se nada se transforma, pra onde vai o lixo? O texto é tão bom que vou copiá-lo aqui embaixo:
A Lei da Conservação das Massas foi publicada pela primeira vez 1760, em um ensaio de Mikhail Lomonosov. No entanto, a obra não repercutiu na Europa Ocidental, cabendo ao francês Antoine Lavoisier o papel de tornar mundialmente conhecido o que hoje se chama Lei de Lavoisier.
De acordo com essa lei, em qualquer sistema, físico ou químico, nunca se cria nem se elimina matéria, apenas é possível transformá-la de uma forma em outra. Portanto, não se pode criar algo do nada nem transformar algo em nada. Logo, tudo que existe provém de matéria preexistente, só que em outra forma, assim como tudo o que se consome apenas perde a forma original, passando a adotar uma outra. Tudo se realiza com a matéria que é proveniente do próprio planeta, apenas havendo a retirada de material do solo, do ar ou da água, o transporte e a utilização desse material para a elaboração do insumo desejado, sua utilização para a população e, por fim, a disposição, na Terra, em outra forma, podendo muitas vezes ser reutilizado.

A lei da conservação da massa explica um dos grandes problemas com o qual nos defrontamos atualmente: a poluição ambiental, compreendendo água, solo e ar. O fato de não ser possível consumir a matéria até sua aniquilação implica a geração de resíduos em todas as atividades dos seres vivos, resíduos esses indesejáveis a quem os eliminou, mas que podem ser reincorporados ao meio, para posteriormente serem reutilizados. Esse processo denomina-se reciclagem e ocorre na natureza por meio dos ciclos biogeoquímicos, nos quais interagem mecanismos biogeoquímicos que tornam os resíduos aproveitáveis em outra forma. Quando não existe um equilíbrio entre consumo e reciclagem, podem advir consequências desastrosas ao meio ambiente, tais como eutrofização dos lagos, contaminação dos solos por pesticidas e fertilizantes, etc.
Atualmente, o mundo vive em plena era do desequilíbrio, uma vez que os resíduos são gerados em ritmo muito maior que a capacidade de reciclagem do meio. A Revolução Industrial do século XIX introduziu novos padrões de geração de resíduos, que surgem em quantidades excessivamente maiores que a capacidade de absorção da natureza e de maneira tal que ela não é capaz de absorver e reciclar (materiais sintéticos não-biodegradáveis).”
Parabéns ao Nitcho, ao Bives, ao Antoine e pra você!
Hare!
Níc
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Bom dia!
Enquanto as fotos de Santos estão sendo especialmente tratadas pela ilustríssima Rayla, nossa amiga que também esteve nesse dia clicando e registrando frames desta experiên(vivên)cia pela calorosa cidade do litoral paulista, continua-se a beber ( não sei porque mas no momento uma persona lusitana quer por mim expressar-se através destes “a beber”, “ a escrever”, “a escutar” ... ) chimarrão , a ouvir som que intempesteie e ao mesmo tempo zere a mente e corpo ( que muitas vezes pode ser “a som ambiente” - no meu caso junto ao constante zumbido que encorpa-se no tímpano rumo a cada célula do corpo quanto mais do silêncio aproximo-me) , a ficar triste e logo alegre, com fome e logo empasinado, cansado e logo disposto, louco e logo equilibrado, a divagar sobre a morte e logo sobre o nascer e o Crescer, a se emocionar e logo a esquecer, e a pensar sobre o pensar.
“Thank You Lord” !!! (Busquem esta música do Bob
Marley! D+ )

Tava conversando há pouco com o Cley e ele comentava sobre uma viagem de Nietzsche na qual ele questionava a estática muitas vezes aplicada aos conceitos de bem e mal , dizendo que estes variaram ( a continuam mudando) pelo curso da história de acordo com que o “Homem” ia definindo como moral e ética, na medida em que “evoluía” e “evolui”. Einstein dá um oi e relativiza até a relativização. Em muitas sociedades, a palavra relativa à palavra em português “pai”, é a mesma para referir-se também aos tios. Para o que nós chamamos de verde, existem tribos da Amazônia que subdividem este “verde” em mais de trinta tipos diferentes de conceitos/palavras.
Então o que eu acho que é certo pra mim pode ser que não seja o pra ele/a...
E todo mundo e tudo somos células de um mesmo organismo...
E almeja-se almejar o bem ao próximo como a si mesmo...
Mas o que eu acho que é certo pra mim pode ser que não seja o pra ele/a...
Conclusão:
Vai saber...
Minha humilde opinião , o que vale é a intenção, que deve ser sempre que possível (cada vez mais) a de sentir e espalhar amor. Buscar realmente sentir coisas boas e amar!
Ah mar!
Há mar!

Arte gráfica foi pelo ícone Escher que expressa bem o relativismo que há em tudo , nomeada pelo mesmo como “Convexo e Côncavo” de 1955
Entrem no site e cliquem no canto esquerdo em “Picture gallery” para ver e sentir as obras.
Abraço molecular!
Nica
Fala irmandade.
Hoje passando em frente a uma banca de jornais, vi penduradas algumas revistas destinadas ao seguimento “Teen”.

Primeiro constatei que hoje tudo parece resumido ao “marketing”. Existe inclusive o tal do “marketing pessoal”, vide os twitters da vida. Revistas, jornais, programas televisivos... são todos divididos e direcionados a “alvos” específicos. As revistas por exemplo: tem revista para público masculino adulto, masculino de meia idade “fitness”, revistas femininas para fêmeas descoladas, para senhoras e donas de casa noveleiras, revistas para crianças, revistas para intelectuais (estas vendem menos), revistas para pessoas de classes pobres, classes ricas, classes médias (ela ainda existe?), revistas para esportistas, amantes de carros, e muitas revistas para o público adolescente (o qual depois dos anos noventa passou-se a chamar “teen”). Sendo necessário ou não esse direcionamento exclusivo (aquele que exclui indivíduos) dos produtos materiais e culturais de hoje em dia, vou seguir no meu raciocínio sobre as revistas “teen”.
O que chama a atenção é que, em sua maioria, as revistas teen abordam temas quase sempre relacionados a FUTILIDADES e BANALIDADES da vida dos adolescentes. Ora, obviamente que a futilidade e a banalidade são partes necessárias desse grande todo cósmico universal em que nos encontramos, mas o problema é quando estes assuntos começam a predominar sobre outros de tanta ou maior importância para o nosso desenvolvimento. Nas capas, mês após mês, vêem-se jovens galãs sem muito mais a mostrar do que a sua forma física, além de chamadas do tipo: “como conseguir um corpão para o verão”, “dicas para você bombar na web”, “segredos para arrasar na balada”, “que roupa usar?”.
Mais uma vez é importante lembrar que para tudo existe uma medida, e talvez aí resida a arte do “saber viver”. Negar os assuntos fúteis seria impor a intelectualidade. Somos todos, adolescentes, adultos e idosos, ainda muito ligados nos assuntos materiais e superficiais. Queremos ter um corpo manero pro verão. É da nossa natureza, é necessário. Mas também é da nossa natureza a fome por conhecimento, cultura e espiritualidade. E aí o que rola é que negar a informação intelectual é impor a futilidade. Sem dúvida que essas revistas também possuem conteúdo educativo, mas analisando a proporção em relação aos assuntos “superficiais”, dá pra perceber quem predomina nessa balança desequilibrada.
Como veículos de comunicação em massa, as revistas “teen” deveriam possuir um senso de responsabilidade muito forte, dada a importância do papel que representam na formação do caráter dos jovens, nessa fase tão importante que é a adolescência. Torço para que a mulecada que está vindo por aí perceba isso, e corra atrás de fontes de informação que lhes tragam uma bagagem mais completa para a caminhada da vida. Fontes que não subestimem sua inteligência, e que lhes forneçam noções de ética, moral, amor ao próximo, espírito coletivo, fraternidade, cultura, história, ciência, e (na dose certa) até um pouquinho de futilidade.
Abraços
.Vitor
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Ser um Ser Humano.
Há séculos rola uma filosofia muito importante e bonita que (mal resumidamente) nos diz que tudo o que acontece vem para o nosso bem. Essa verdade elementar da natureza já foi sacada por vários sábios ao longo da história da humanidade. Seja lá qual for sua crença e até mesmo não crendo em nada, temos que concordar que essa “lei”, de que tudo acontece para o nosso bem, é muito confortante para qualquer ser humano diante das adversidades e perrengues que a vida impõe a todos. Eu, particularmente, acredito nisso: que toda mudança é para melhor, e que todos os percalços são para o nosso aprendizado. Portanto: tudo vem para o nosso bem.
Mas, limitados que somos ainda, estamos sujeitos às confusões da interpretação. Muitas descobertas, sacadas e ensinamentos adquiridos pela humanidade através dos tempos foram e são, até hoje, erroneamente interpretados. “Opa! Erroneamente? Então você está admitindo a existência de um certo e um errado?”
Sim. Dentro da relatividade que abraça a tudo (como nos provou aquele malucaço genial da língua pra fora), existe o certo e o errado, o bem e o mal, a vida e a morte, e todas as outras dualidades características desse mundo em que nos encontramos.
Aí, aquela pulguinha rebelde atrás da orelha joga a idéia na cabeça: “Mas se tudo vem para o bem, logo o mal não existe. Não preciso me preocupar. Tudo é perfeito e maravilhoso!”

Sem dúvida, tudo é lindo, perfeito e maravilhoso. Mas atenção: Saber que tudo o que nos acontece vem para o nosso bem não nos exime da responsabilidade que nos cabe desde o primeiro segundo em que saímos da barriga da nossa mãe. A responsabilidade do direito da escolha, da faculdade de pensar, da capacidade de discernir, que nos torna diferentes (mas nem por isso melhores) de todos os outros seres, nossos irmãos, desse planeta em que moramos.
Por poder raciocinar, escolher e arbitrar, somos senhores dos nossos atos. Por esse motivo devemos, além de agradecer, respeitar e fazer valer esse don que nos foi dado.
Pra que você pensa? Pra que você tem iniciativa e vontade? A resposta pode variar muito de pessoa pra pessoa, mas parece óbvio pra todo mundo que algum motivo para isso existe. Negar essa parada, é colocar o ser humano na condição de máquina sem criatividade e sem poder de decisão. Justamente duas características que definem essa espécie. É negligenciar o que qualquer ciência admite: que toda ação tem uma conseqüência. É jogar no lixo essa coisa tão preciosa e bonita que a natureza nos deu: o livre-arbítrio.
Portanto, saber que tudo vem para o nosso bem não pode servir de desculpa para a nossa apatia, preguiça e covardia diante da responsabilidade que a vida nos cobra. Tudo é lindo e perfeito, mas nós também somos responsáveis por essa perfeição. O passado nunca poderá ser mudado, e tudo o que ele trouxe foi para o seu bem. Mas o futuro é a nuvem de infinitas possibilidades que se apresenta diante de você esperando as suas atitudes e decisões para virar realidade. Dentro dessas possibilidades existem as que vão te ajudar mais ou te atrapalhar mais. Consequentemente, ajudando e atrapalhando aos seus semelhantes que tão aí na sua volta.
Então fica esperto meu/minha camarada! Você é inteligente, você tem tarefas, você tem responsabilidades. Além de ser tudo e ser todos, você é um indivíduo à parte. Você é um ser humano!
.Vitor
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