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Para refrescar: imagens de neve nos games

17/11/2009 - 16:13 | 392 visitas

A nevasca e os games sempre tiveram um tratado, às vezes nem tão de paz assim. A neve esteve presente nos jogos eletrônicos desde a criação da primeira (e infame) fase do gelo. Neste tipo de fase, você geralmente encontra inimigos apropriados – como ursos – ou criaturas fofas notáveis – sim, os pinguins. Nos títulos de plataforma, é sempre bom tomar um cuidado extra na fase de gelo, já que seu personagem desliza pelas superfícies. A maioria das pessoas detesta quando chega a parcela gelada dos games.

Porém, há outros (bons) usos para a neve, principalmente nos jogos de corrida mais modernos, como Project Gotham Racing, que rende um desafio extra. Sem contar na discussão a cerca dos gráficos em fóruns sem fim: qual o game que mais digitalizou com veracidade a neve? Saiba, porém, que o objetivo deste post não tem nada a ver com a discussão das fases de gelo, nem tampouco em como a neve foi texturizada naquele título tal.

A premissa é simples: está um calor de fazer inveja à bruxa malvado do oeste (eu estou derretendo também). E nada mais justo do que se refrescar com imagens gélidas. Se encontrar títulos que você comprou abaixo, melhor ainda! Pode sair daqui e ir direto para seu console.

 

Contra

 

Lost Odyssey

 

Super Mario 64

 

Metroid Prime

 

Mortal Kombat

 

New Super Mario Bros. Wii

 

Overlord II

 

Shaun White

 

Sonic 3

 

Super Mario Bros. 3

 

Alien Hominid

 

Devil May Cry 4

 

Fable II

 

Final Fantasy VII

 

Final Fantasy Tactics A2

 

Gears of War 2

 

Halo 3

 

Kingdom Hearts 2

 

Lost Planet

 

Metal Gear Solid 4

 

Okami

 

Project Gotham Racing IV

 

Resistance: Fall of Man

 

The Sims 2: Quatro Estações

 

Uncharted 2: Among Thieves

 

World of Warcraft

por Flávia Gasi // 17/11/2009 - 16:13
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EXCLUSIVO! Volta ao Mundo: O que esperar da expansão de The Sims 3 e entrevista com o produtor

10/11/2009 - 14:11 | 717 visitas

 

Se você é um daqueles jogadores de longa data da série The Sims, sabe que, por mais que o jogo seja criado com um conteúdo extenso, os pacotes de expansão fazem mais do que parte da diversão: eles criam novas mecânicas para o game principal e adicionam novidades em termos de trama, objetos, traços, habilidades, entre outros. “Volta ao Mundo” não é exceção, e, mais do que isso, surpreende por adicionar mais do que uma mecânica simplificada, mas toda uma nova possibilidade para o seu Sim.

Calma, o mundo não mudou e a jogabilidade permanece com o mesmo norte. Isto é: simples de entender e difícil de sair da frente da tela. A diferença é que com adição de aventuras, a expansão traz ares de Indiana Jones, com direito à exploração de tumbas e à coleta de tesouros preciosos. O mais importante, no entanto, não é somente o conteúdo adicionado, mas a forma como isso acontece. Seu Sim vai colocar a mão na massa, hás muito mais para se fazer e influenciar no jogo do que simplesmente escolher o país e relaxar em alguma locação exótica.

 

Que tal aprender Artes Marciais e entender o mistério do Dragão na China? E depois usar seus golpes mortais para derrotar múmias no Egito. Inclusive, por que não colocar seu Sim para enfrentar todo o tipo de armadilhas, sem desarmá-las – garanto que é divertido. Claro, nem, tudo é tão simples. Seu Sim começa como um marinheiro de primeira viagem, sem visto, sem nada de valor para ser trocado e com apenas três dias para curtir o novo país. Daí, cabe a você apenas passear ou aceitar “Oportunidades” e se embrenhar na cultura local.

Claro, você – como eu – vai preferir explorar todas as potencialidades do seu Sim. O mais divertido é que há uma história central para te guiar. Porém, cada locação esconde segredos e particularidades.

Por onde eu começo?

Os países foram, todos, modelados de acordo com duas regras: seguir o padrão gráfico do jogo principal e criar locações que misturam realidade com imaginário e diversão. Na China, você pode conhecer a cidade lendária de Shang SimLa, um lugar pacífico e respeitoso, mas com o colorido dos fogos de artifício. Aqui, você pode se entregar às Artes Marciais e à meditação.

O Egito é o mais aventureiro dos países, em que você pode escavar, descobrir pedras preciosas, explorar tumbas e enfrentar múmias (se puder). Passar por quebra-cabeças, encontrar tesouros perdidos e aprender a encantar cobras. Agora, se você não quer passar perrengue com um chuveiro que nem sempre tem água quente, pode ir para um país mais romântico e refinado. Na França, os cozinheiros podem aprender a fazer nectar – os Sims adoram – , por exemplo. Mas também botar a câmera fotográfica para funcionar e entender a cultura história dos Parisienses.

Nada fica para trás

Além de visitar os mercados locais e comprar objetos que você pode carregar para sua casa, os seus amigos também não são esquecidos pela distância. Nas viagens, os amigos que faz, locais que conhece e os inimigos que desenterra ficam marcados; inclusive, você pode até convidá-los para conhecer sua casa. Mais do que isto, que tal mudar permanentemente para a França? Ou casar com aquele rapaz (rapariga) encantador que você conheceu na China?

 

Um novo Sim

Em “Volta ao Mundo”, seu Sim é influenciado pela viagem e, portanto, pode ganhar novos traços de personalidade, ganhar recompensas, mudar seu desejo duradouro e até mudar a carreira profissional. Por exemplo, você pode ser “Aventureiro”, “Disciplinado” ou ter um “Olhar de Fotógrafo”.

Entre as novas recompensas, há algumas bem proveitosas como nada mais de contas, viajar por menos dinheiro, aprender a meditar, mudar os gostos do seu Sim; e outros engraçados como “Inapropriado, mas de um jeito legal”, que nada mais é do que: pode ser inapropriado, as pessoas não vão te apedrejar por isto!

As novas carreiras são bem balanceadas, e é possível usá-las estrategicamente no game. Isto é, as Artes Marciais servem muito bem antes de sair e explorar cavernas. A Fotografia é a carreira básica do viajante, já que uma câmera pode ser comprada nos mercados das três novas locações. Depois que virar um grande explorador, permita-se relaxar e experimente o nectar.

 

Faça você mesmo

Assim que acabar de pesquisar todos os cantos da nova expansão, você pode se dedicar a uma tarefa nobre: crie a sua tumba e, melhor ainda, compartilhe com o mundo todo. A ferramenta traz novidades que podem não parecer simples de serem realizadas, ao primeiro olhar; mas assim que você começar a criar sua própria aventura, pode ser absolutamente envolvente. Há um monte de armadilhas, portas secretas, sarcófagos, tesouros, entre outras estruturas para escolher e construir toda uma nova aventura.

E quando o fizer, por favor, me avise. Já limpei todas as tumbas e pirâmides e estou atrás de conteúdo novo.

 


Por trás da produção

A primeira expansão de The Sims 3, “Volta ao Mundo”, mostra que há potencialidades diversas para o game, e calca, ainda mais, as bases de comunidade e troca de conteúdo online. Quer entender como o time de desenvolvimento dá voz aos jogadores e ainda cria mecânicas singulares e divertidas? Conheça Grant Rodiek, produtor do pacote de expansão:

The Sims 3 foi, em grande parcela, moldado pelos desejos da comunidade. O que ela queria ver no game, certo? A mesma coisa aconteceu com a nova expansão, “Volta do Mundo”?
Grant Rodiek: Sim, em The Sims 3 juntamos os líderes das comunidades de Sims ao redor do mundo para criar um game que fosse exatamente o que o jogador queria ver. Com a expansão, nós sabíamos que queríamos fazer algo novo; não somente viajar para locações exóticas, mas o jogador deveria ter experiências diferenciadas. Por isso, resolvemos criar não somente um pacote de viagens, mas todo um cenário preparado para aventuras épicas.

As expansões tornaram-se uma realidade natural em The Sims, que ajuda a manter os jogadores ligados na tela por horas a fio. Qual são os conceitos principais na hora de criar um novo pacote?
Grant Rodiek: The Sims sempre teve este aspecto aditivo, que você não consegue jogar somente por alguns minutos. Há muito conteúdo e muita variedade. Então, como sabemos que as pessoas passam muito tempo na frente da tela, é importante sempre renovar o conteúdo, para que ela possa ter mais do que uma ou duas cidades para se divertir. Com os pacotes de expansão o objetivo é sempre inovar, mesmo estando conectado ao game central. Não queremos fazer “mais do mesmo”.

Você diria que a maior diferença entre “Volta ao Mundo” e outros pacotes de expansão é o toque de Indiana Jones misturado a uma renovação da dinâmica do game?
Grant Rodiek: Indiana Jones foi uma grande inspiração para nós. A gente queria criar algo novo, por isso, quando pensamos em aventuras, pensamos em Indiana. Mais do que relaxar em uma praia, seu Sim pode resolver quebra-cabeças. explorar tumbas, buscas tesouros perdidos. Claro, ainda é um game de Sims, o que significa que a jogabilidade base não é alterada, você ainda cuida das necessidades do seu Sims, e pode criar histórias, motivos. Mas eu acho que sim, “Volta ao Mundo” é bem diferente das outras expansões que envolviam viagens.

Quão importantes são as ferramentas de comunidade, como facebook ou twitter, para vocês?
Grant Rodiek: Nós temos uma comunidade online parruda. Lá, o mote é compartilhar – seus vídeos, suas histórias, casas que você criou. O objetivo de Sims é ter uma parcela cooperativa. Apesar de as ferramentas da Internet serem muito bacanas, nós gostamos de ficar concentrados na nossa comunidade. Por exemplo, em “Volta ao Mundo”, você pode criar seu próprio quebra-cabeça e dividi-lo com tudo mundo.

O pacote de expansão vem com mil SimPoints para ser usados em downloads e 500 objetos novos gratuitos...
Grant Rodiek: Sim, distribuímos de graça estes mil SimPoints e mais de 500 objetos porque queremos que os usuários registrem o game. Assim, ele se conecta em nossa comunidade. É nossa maneira de premiar o jogador que compra o game original; não queremos tomar medidas proibitivas contra a pirataria, mas, sim, gratificar aqueles que foram até as lojas comprar sua cópia de “Volta ao Mundo”. E, também, podemos continuar edificando nossa comunidade, além de oferecer um modo de amostrar a loja online.

 

 

Como rolou a escolha das locações?
Grant Rodiek: Pensamos naquilo que seria ímpar, e que se transformaria em um bom game. Há um mixo de história e cultura em tudo isto e o Egito foi nossa primeira escolha, por conta do seu âmago aventureiro. Também sabíamos que queríamos viajar até a Ásia e a China pareceu uma escolha natural por conta da sua mitologia: podíamos explorar uma cidade perdida, falar de dragões e explorar as artes marciais. Com relação à França, era uma prioridade, pois nunca havíamos feito nada na Europa, e muitos dos nossos jogadores estão por lá. Por isso, juntamos este espírito romântico às artes, à fotografia e à culinária, com o nectar. Paris também é palco das maiores história de ficções já criadas, como Romeu e Julieta.

Durante o título, o jogador vai experimentar uma mistura de história e mitologia. Há um estudo, ou uma pesquisa realizada antes de se criar uma locação virtual?
Grant Rodiek: Muitos de nós já sabíamos muito da mitologia local do Egito ou da China. E, apesar de olharmos um pouco para a pesquisa, acabamos inventando muitas das locações nós mesmo. Queríamos fazer algo estranho e inesperado. Os games de The Sims sempre foram assim: queremos retorcer a realidade para deixá-la mais divertida.

Fotografia é uma habilidade que cabe naturalmente dentro de um game de Sims, você acha que a criação dela foi guardada para a expansão?
Grant Rodiek: Sempre queremos ter um bando de habilidade novas. Quando eu dirijo de carro do trabalho até em casa, sempre reparo nas pessoas e no que elas estão fazendo, dalí pode surgir algo interessante. Com relação à fotografia: sempre amamos fotografia – pessoalmente, quando viajo tiro uma montanha de fotos –, e o que nos chamou atenção aqui é que, além do tema de viagem, as pessoas poderiam criar suas próprias artes decorativas e fazer uma carreira da Fotografia, como pode ser realizado com Pintura ou Música.

 

 

Qual é o problema com as múmias?
Grant Rodiek: As múmias significam perigo quando você sai para explorar. Elas geralmente vão te atacar e a única maneira de repelir uma múmia é ter a habilidade de Artes Marciais no máximo – fica a dica. No game, elas podem fazer com que você desmaie ou lançar uma maldição em você. Se isto ocorrer, você deve falar com a Esfinge, no Egito. Ela é a única que pode te auxiliar. Você tem apenas 14 dias para se livrar da maldição, ou então seu Sim morre.

Vocês sempre tem que criar novas maneiras criativas para matar os Sims, não é?
Grant Rodiek: As mortes de Sim geralmente são divertidas e a comunidade adora. Então, a cada expansão há, ao menos, um novo modo de assassinar seu sim. Os jogadores costumam adorar.

Vocês viram aquele trailer humorístico baseado em The Sims? Vocês sempre estão ligados no que rola online?
Grant Rodiek: Pessoalmente eu ainda não vi, mas o estúdio inteiro assistiu e adorou. Temos um time inteiro ligado à comunidade e pessoas especiais no mundo todo que tem que fuçar em toda a produção da comunidade, como vídeos, novas casas, etc. Isto é, se você fizer algo bacana, provavelmente a gente vai receber aqui no estúdio.

por Flávia Gasi // 10/11/2009 - 14:11
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Heroínas de games que seriam expulsas da Uniban

09/11/2009 - 15:40 | 905 visitas

Ok, sinceramente eu não quero nem me prolongar em explicar porque eu acho um imenso absurdo o fato da Uniban ter expulso a estudante Geisy Arruda. Mesmo porque, um blog chamado E você com isso, de Marcelo Soares fez uma explanação bem interessante.

LEIA:

- Os talebans da Uniban e a tensão entre a saia curta e a orelha comprida
- Leituras de domingo: há 20 anos, os estudantes mudaram o mundo (e de minissaia!)

Na verdade, eu acho tão ridículo que só posso ironizar o fato. Como segue abaixo:

HEROÍNAS DE GAMES EXPULSAS DA UNIBAN

 

 

NOME: Lara Croft
CURSO: Arqueologia
O ESTOPIM: A aluna teimou em escalar o prédio da faculdade para chegar à aula – vestida com um micro shorts –, com a premissa de que precisava treinar suas habilidades atléticas.
O QUE A UNIVERSIDADE E OS ALUNOS ALEGAM: Não é de agora que Lara causa problemas e deixa a parcela masculina da faculdade moralmente atiçada. Costuma frequentar a atlética da faculdade de Educação Física mostrando as curvas enquanto realiza exercícios. Os alunos declaram que ela deveria “fazer cirurgia de redução de seios, ou usar um moletom que cobrisse completamente sua vulgaridade”. P. Ferreiro, de 20 anos complementa: “O pior é que ela esnoba qualquer investida da parte dos meninos. Se não queria tomar cantada, devia ser feia”.

 

 

NOME: Chun-Li
CURSO: Educação Física
O ESTOPIM: Ao mostrar um golpe que aprendeu com um suspeito mestre nas artes de lutas marciais, a calcinha da aluna ficou completamente exposta.
O QUE A UNIVERSIDADE E OS ALUNOS ALEGAM: Chun-Li tem a mania de se vestir em roupas mais tradicionais de cultura oriental, o que é, por si só, um fetiche. O pior são as fendas laterais da vestimenta, que atrapalham os demais alunos de se concentrarem nas aulas. N. Xi Vai, 18, um conterrâneo preocupado, comenta que Chun-Li “mancha as tradições de nossos antepassados, deveria ser condenada por falta de honra”. Sakura, uma amiga de Chun-Li diz que tudo isto não passa de intriga da oposição, já que “ela chuta todos os caras que usam linguagem chula ao se referir a ela”.

 

NOME: Jill Valentine
CURSO: Direito
O ESTOPIM: Passou todo seu primeiro ano de faculdade em roupas militares, no primeiro dia de aula do terceiro ano, aparece com uma minissaia.
O QUE A UNIVERSIDADE E OS ALUNOS ALEGAM: Aparentemente de moral inabalável, Jill Valentine era uma aluna-modelo, quando entrou em seu primeiro ano de universidade. Uma amiga íntima desta fase de Jill comenta que os problemas começaram no final de seu segundo semestre “Jill começou a ter delírios paranóicos que envolviam algum tipo de vírus, e mudou suas atitudes. Ela achava inimigos por todos os campos e dizia que os outros alunos estão virando zumbis”. A Universidade alega que a Srta. Vallentine estava sob efeito de drogas pesadas e começou a acreditar que a faculdade envolvia algum tipo de conspiração. As novas roupas são um reflexo de sua personalidade distorcida e sua fúria lasciva.

 

NOME: Rayne
CURSO: Teologia
O ESTOPIM: Foi vista dando mordiscadas em um colega de classe, quase despida da parte de cima de sua roupa.
O QUE A UNIVERSIDADE E OS ALUNOS ALEGAM: Rayne sempre teve um gosto nada apropriado para roupas, mas ninguém tinha coragem de fazer nada, pois tanto a Reitoria quanto os alunos temiam demais a reação da aluna. L. Pavão, 19 anos, comenta que “bem, ela é gost... quero dizer, muito bem apessoada, mas tem um temperamento explosivo, e muitos de nós tínhamos medo que ela pudesse nos bater ou usar aqueles dentes enormes. Daí, quando vi que ela beijav... atacava o meu amigo, não podia ficar quieto”. Todo o corpo estudantil fez um abaixo-assinado para que Rayne fosse expulsa. M. Neves, uma garota de 21 anos, aprova a decisão: “Só porque ela é meio vampiro não quer dizer que ela pode sair por ai com roupas daquele tamanho. Os meninos tem que olhar pra outras garotas também, sabe?”

 

NOME: Ivy
CURSO: Administração de Empresas
O ESTOPIM: Resolveu usar somente um bustiê depois de uma cirurgia de aumento de mamas e desfilou pela faculdade, tomando um caminho maior do que o necessário.
O QUE A UNIVERSIDADE E OS ALUNOS ALEGAM: De passado nobre, Ivy não teve problemas para garantir uma educação privilegiada, e optou por prestar ADM para cuidar dos assuntos familiares. Quando os alunos descobriram que seu pai era, na verdade, eu pirata, passaram a esnobá-la em rodinhas de conversa. Ivy era bem recata e tinha senso de estilo, como mostra a foto abaixo:

Porém, desde que começou a pesquisar sobre maldições – coisa que comprova como o passado genético pode ser mais importante do que alguns pensam – ela passou a se preocupar menos com que os outros pensam dela. T. Ozório, por exemplo, sentiu-se muito encabulado pelo atentado ao pudor causado por Ivy: “Minha namorada é bonita, mas é normal, sabe? Esse tipo de busto não pode ser de verdade. Se você fez cirurgia, não precisa mostrar pra todo mundo, rola uma inveja, né?”

 

 

NOME: Tifa
CURSO: Administração Hoteleira com ênfase em Barismo
O ESTOPIM: Tentou causar ciúmes ao ex-namorado, Cloud, ao andar de minissaia e barriga de fora com o líder da gangue oposta, Sephiroth.
O QUE A UNIVERSIDADE E OS ALUNOS ALEGAM: Cloud e Sephiroth sempre estiveram em pé de guerra. E, enquanto Tifa namorava Cloud, tudo permanecia em uma tênue harmonia. Porém, alega Tifa, que o seu enamorado a trocou por outra garota, que cursava pós-graduação em Meio Ambiente. Sephiroth achou a situação muito engraçada e perseguia a nova namoradinha de Cloud pelos corredores, chamando-a de “papa-anjo”. Os dois meninos partiram para a briga. No dia seguinte Tifa, que indubitavelmente era uma boa menina, assumiu uma postura mais libertina e passou a oferecer-se para Sephiroth. A Reitoria imprime uma nota, que diz: “Decidimos desligar a aluna Tifa Lockhart do quadro discente da Instituição, em razão do flagrante desrespeito aos princípios éticos, por fazer dois caras brigarem (de novo), e por usar roupas que deixem a barriga de fora. Vamos suspender os dois alunos envolvidos na briga, para que eles esqueçam a peleja e a barriga”.

 

NOME: Cortana
CURSO: Ciências da Computação
O ESTOPIM: Fez fotos imorais (coberta apenas por Body Art), colocou-as na Internet e teve a indecência de aparecer na faculdade depois disso.
O QUE A UNIVERSIDADE E OS ALUNOS ALEGAM: A foto acima foi usada como evidência pela reitoria da Universidade, quando expulsou a aluna Cortana. Para eles, tirar foto com somente um biquíni e o resto do corpo revestido somente em pintura é coisa da mansão da Playboy, da Globeleza e do carnaval. E, obviamente, ninguém que participa do carnaval, tira fotos para a Playboy ou foi Globeleza pode ter um diploma. Cortana tentou se desculpar dizendo que as fotos foram feitas para seu namorado virtual, M. Chief. “Ele tem uma tara por essas coisas de tecnologia”, afirmou Cortana.

NOME: Morrigan
CURSO: Artes do Corpo
O ESTOPIM: No dia de Halloween, usou uma fantasia decotada e flertou com todos os alunos, meninos ou meninas.
O QUE A UNIVERSIDADE E OS ALUNOS ALEGAM: A festa de Dia das Bruxas da faculdade de Publicidade é considerada uma das melhores, pelos alunos. Porém, o decote usado por Morrigan só causou menos furor que suas investidas de cunho sexual que distribuiu a todos os participantes da celebração. T. Feraz, de 21, estava vestida de coelhinha e afirma: “Mesmo na hora de usar fantasias mínimas tem que haver o mínimo de decência”. Seu colega de sala, M. Benevides, corrobora: “Apesar de a festa não ter acontecido no campus, ela ficou mal-vista para sempre”. Metade da faculdade odiava Morrigan e a outra metade tinha se apaixonado. A Universidade, que não queria lidar nem com ódio nem com apaixonados babantes, expulsou a garota.

 

NOME: Todas as garotas do grupo de RPG conhecido como “World of Warcraft´s Elves”
CURSO: Design de Games
O ESTOPIM: Um grupo de 18 blood e night elves foi visto distribuindo /dance, /flirt, /lick.
O QUE A UNIVERSIDADE E OS ALUNOS ALEGAM: As meninas do grupo de RPG chamado Elfos do World of Wacraft (um destes games que corrompe a mente humana, causando violência, abstinência, vício, bolhas no pé e bolinhas verdes nas costas) já não eram bem-quistas na faculdade, por desfilarem em trajes estranhos e pequenos. Além disso, estas 18 garotas resolveram recriar uma ação de dentro do game (basicamente, você escreve “/” e a ação que deseja realizar) na vida real. O que significa que elas pronunciavam em voz alta “barra lamber” e saiam lambendo os outros. Antes que virasse um bacanal, elas foram expulsas, por uma Reitoria irada que berrava: “BARRA PUNIR”

 

 

NOME: Sonia Belmont
CURSO: Mitologia
O ESTOPIM: Chicoteou diversos alunos em roupas que lembram fantasias de sadomasoquismo.
O QUE A UNIVERSIDADE E OS ALUNOS ALEGAM: Sonia entrou na faculdade contando histórias fantasiosas a cerca de uma viagem que tinha realizado ao mesmo ano para a Transilvânia. Desde então, ela sempre carrega um chicote na sua mochila, mas não tenta esconder suas perversões de cunho sexual dos amigos. Muitos dos garotos tinham certo receio que Sonia decidisse usar a arma escondida, que podia chamar mais a atenção do que suas botas sete oitavos.

Mais acerca do Caso Uniban:

Outra estudante da Uniban também foi agredida este ano. Veja!

Loira da Uniban: Hoje, tem manifestação em frente à faculdade

por Flávia Gasi // 09/11/2009 - 15:40
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Lego Universe: um MMO feito de pecinhas de montar. Veja detalhes, imagens e vídeo

04/11/2009 - 16:07 | 965 visitas

Lego Universe vive uma quase realidade há algum tempo; o jogo foi prometido para 2008, para 2009 e, agora, tudo indica que ele realmente chegará às lojas em meados de 2010, exclusivamente para PC. E rumores anteriores levavam a crer que o massive não seria mais do que uma ferramenta de comunidade, como um chavão ao estilo Second Life. Sinceramente, e abrindo um parêntese, ainda tenho dúvidas se títulos com este mesmo molde podem ser considerados “games”, afinal não há nenhum objetivo, nenhuma demanda a ser cumprida.

Por isto mesmo, posso dizer que começo esta prévia com ares de ventura. Primeiramente porque a série Lego se prova dona de um carisma singular; e, além disso, por conta de um novo vislumbre a Lego Universe, que promete ser bem mais do que: “olhe como é gracioso o mundo que criamos”.

 

 

A primeira confirmação é um sistema de personalização robusto, com vários detalhes para a criação do seu avatar-lego – claro, a cabeça amarelada deve manter-se para todos, como padrão. Porém, depois de moldar seu personagem e entrar no mundo começam as diferenças entre Lego Universe e outros MMOs. Uma das mudanças mais interessantes é colocar caixas e objetos que podem ser destruídos por todo o cenário – e sim, assim como nos games de plataforma da série, os objetos fornecem itens e fundos.


Todos por um

O objetivo de Universe é resgatar o histórico de todos os games de Lego, bem como criar uma constelação com ideias de todos os segmentos. Por exemplo, há uma zona em que o tema é “Piratas versus Ninjas”. O combate também envereda na mesma regra: aquilo que você já está acostumado a ver em jogos como Lego Batman ou Lego Star Wars continua presente. Portanto, pode ter certeza que a jogabilidade deve guiar-se pela simplicidade e pela rapidez de aprendizagem. Claro, as roupas devem vir em embutidas de alguma habilidade especial.

 

 

O curioso é que, quando os oponentes morrem, eles se desfazem em peças de lego, as quais os jogadores podem usar para inventar algo novo. Dizem os desenvolvedores que as obras finais dependem muito da criatividade dos jogadores. É possível criar armamentos, entre outros. Já quando seu personagem é morto, ele simplesmente retorna a um lugar seguro – novamente, bem similar ao que acontece normalmente nos títulos de Lego.

Siga a estrada de pecinhas amarelas

O combate é, por dedução, uma parcela importante do novo MMO. Porém, há outras porções que devem ser bem interessantes: uma delas é o lar dos personagens. Consegue visualizar um bando de cidades completamente criadas em Lego? Eu consigo, e na minha mente isso parece genial. O que se sabe é que nestas áreas, o jogador pode ficar a vontade para explorar sua capacidade de construção.

 

 

Além disso, a mecânica de plataforma e resolução de quabra-cabeças já tem presença confirmada em várias fases do game. Quando você acaba a fase, pode completá-la em um modo de desafio, cujo objetivo é solucionar o puzzle mais rápido do que seus adversários.

Mais uma funcionalidade garantida é o sistema de pets: você pode domar um bicho para que eles ajudem a encontrar tesouros, por exemplo. Sabe-se que animais como cachorros, elefantes e macacos marcam presença (eu sempre quis ser a feliz dona de um elefantinho).

 

 

Ok, talvez um MMO de Lego não seja exatamente um RPG complexo e aprofundado. Mas, por enquanto, Universe parece bem divertido, e descompromissado. Mesmo porque, o jogo pretende manter uma faixa etária livre.

 

 

 

Confira o trailer do game:

Video Games | LEGO Universe | Trailer
XBox 360 | Playstation 3 | Nintendo Wii
por Flávia Gasi // 04/11/2009 - 16:07
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A lenda dos zumbis e personagens de games zumbificados

30/10/2009 - 12:53 | 691 visitas

O zumbi é uma criatura mítica faz parte do folclore moderno. São corpos que foram reanimados e passam a vagar como seres sem razão. Mas, na verdade, a primeira referência aos zumbis aconteceu em 1937 no Haiti; em que Zora Neale Hurston encontrou o caso de uma mulher cujos habitantes de uma vila tinham certeza de ser Felicia Felix-Mentor. O problema é que Felicia tinha sido enterrada em 1907.

Em 1982, um cientista chamado Wade Davis viajou ao Haiti para investigar o Voodoo e descreveu em suas pesquisas que uma pessoa viva pode ser transformada em um zumbi por meio de dois tipos de matérias granuladas. Elas induziam a vítima a um estado de morto-vivo. De acordo com a cultura Voodoo, um zumbi também pode ser criado por meio de feitiçaria.


O nascimento do zumbi moderno

Agora, os mortos-vivos que se alimentam de carne foram citados pela primeira vez no livro Mil e Uma Noites, na qual um príncipe chamado Gherib enfrenta uma horda deste mesmo tipo de monstros. Outra referência é o romance Frankenstein, escrito por Mary Shelley, que trata exatamente de reanimar um corpo morto – mas aqui, a criatura não falava “miolos”, nem comia órgãos humanos.

Ainda há literatura que ajuda a criar o mito dos zumbis como se conhece hoje em dia. Porém, talvez a alusão mais concreta seja em The Magic Island, de W.S. Seabrook, de 1929, em que o protagonista viajava ao Haiti para descobrir que os ocultistas de voodoo podia reanimar corpos para criar um exército de escravos.

Certamente o autor que mais se embrenhou neste conceito foi H.P. Lovecraft, que tratou de zumbis em diversos livros e contos. Em Herbert West – Reanimator, Lovecraft assimilou a literatura de Mary Shelley para criar Herbert, um cientista que tenta reanimar os mortos. Quando assim o faz, as criaturas se tornam incontroláveis e violentas. Uma associação que vai influenciar a noção de mortos-vivos até os dias de hoje.


A Noite dos Mortos-Vivos

Apesar de os zumbis se tornarem parcela de alguns filmes, como White Zombie (com Bela Lugosi), I Walked With a Zombie e Plan 9 From Outer Space; foi A Noite dos Mortos-Vivos que capturou a mitologia e transformou os zumbis na mitologia que reconhecemos. Lançado em 1968 e dirigido por George Romero, a obra se tornou predecessora do zumbi moderno, inclusive a série de games Resident Evil. Aqui, os zumbis não tem nada a ver com magia, mas são criados por conta de um vírus – coisa que a gente viu bastante no universo dos games.

Outra noção que surgiu com a película é o apocalipse zumbi, em que os mortos-vivos infectariam aqueles dos quais se alimentaram; o que geraria uma crise mundial e uma epidemia incontrolável. Como toda boa história apocalíptica, o foco é mostrar como a sociedade é frágil frente à adversidades. Hoje em dia, as razões para os nascimentos dos zumbis passam por tendências mais tecnológicas, como neurotoxinas, nano tecnologia e neurogêneses. Claro, isso sem deixas de lado os parasitas cerebrais e um vírus avassalador.

Se você curte este universo, eu ainda sugiro os livros do Max Brooks (em inglês): The Zombie Survival Guide: Complete Protection from the Living Dead e World War Z.

A Zombie Walk

Zombie o que? Calma. Para explicar melhor, segue o texto de Lucas Lui,

“A Zombie Walk é um evento colaborativo que já acontece em cidades do mundo inteiro. No Brasil, ela começou em São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre e outras cidades, no ano de 2006. Não existe um comitê internacional ou uma organização central da Zombie Walk pelo mundo: em cada cidade os interessados se organizam e pesquisam referências para montar o seu próprio projeto.

Aqui em São Paulo, a divulgação acontece toda por internet e por boca-a-boca e o evento é um sucesso. Comemorando o dia de finados, centenas de zumbis empesteiam as ruas da cidade de miolos e sangue. O percurso percorrido muda a cada ano e é determinado pela organização (sempre com o aval das comunidades virtuais dedicadas ao tema). A participação é livre para todos os interessados. Como é reforçado sempre no início das caminhadas, a tolerância entre diferentes zumbis e respeito mútuo são as únicas regras fundamentais.”

Para saber mais, CLIQUE AQUI.

Os personagens de games zumbificados

Para comemorar o Halloween, o dia dos Finados e a Zombie Walk, segue uma série de ilustrações de personagens de games como se fossem zumbis. A maioria destas imagens participou de um concurso de um site gringo, cujo mote era: imagine seu personagem de game zumbificado. Eu achei bem bacana. Olha só:

 

 

 

Te vejo na Zombie Walk!

 

por Flávia Gasi // 30/10/2009 - 12:53
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