
Ok, gamei nessa versão fofa de Toxic, da Britney. É fofo, é engraçado, é Kate Nash e é lindo.

Veja aqui o video.
Eu sou uma daquelas pessoas que passam horas em sebos, lojas, antiquários e afins. Estava procurando algum lugar que unisse todos os outros lugares em um só ambiente aconchegante, retrô e, ainda sim, moderno. É possível? Sim, é. Conheça Freddie & Grace Loja de Garimpos.
"Um pout-po-ri de brechó, antiquário , sebo, livraria, loja de cacarecos e produções independentes de moda, arte e design. Toda esta mistura resulta em Freddie & Grace, um novo espaço que nasce no circuito “Baixa-Augusta”. A marca se define como “Loja de Garimpos” para facilitar a memória, mas promete ter espaço reservado no coração daqueles que adoram curiosidades, peças vintages e muito despojamento. Situada no segundo piso do charmoso Otto Bistrot, na Rua Pedro Taques com a Bela Cintra, Freddie & Grace abre as portas ao público de segunda a sábado, das 12h às 24h. O nome Freddie & Grace foi inspirado na música “Grace Kelly”, do cantor Mika, que fala dos grandes ícones, Freddie Mercury e Grace Kelly. “Queremos a alegria dessa música traduzida em nossas peças e logo mais teremos uma linha de souvinirs criados a partir destes dois personagens”, adiantam João, Mari e Jaque, como preferem ser conhecidos."
Quem faz: Mari, João e Jaque:
Lugar:
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Beijo vintage.
E vazou mais uma música do She and Him.

A faixa se chama "Thieves" e você pode ouvir a incrível e bonita composição de Zoeey Deschanel e M. Ward clicando aqui.
"Volume Two" será lançado dia 23 de março.

Qua"Bom dia, Lua". É esse mesmo o nome do EP da banda de lugar nenhum Quarto Negro.

Gravado nos últimos dias de dezembro, com produção de Chuck Hipolitho, co-produção nos pianos de Jorge Moreira (Mallu Magalhães) e masterização de Kevin Nix (Big Star, Beck) em Memphis, "Bom dia, Lua", mistura blues, psicodelia, shoegaze, dor, amor e sinceridade.
Eduardo Praça, Thiago Klein e Fabio Brazil conseguem captar a essência da névoa e um estado de espírito melancólico, profundo e transformá-lo em ótima música. A banda também merece palmas por fazer com que as canções não se tornem piegas e o EP muito triste. Um grito abafado e conformado. Se eu fosse escolher um adjetivo para esse registro, ele seria belo. E assim o é.

Conversei um pouco com a banda sobre a experiência de cada um e o processo de criação. Confiram:
LG: O Eduardo era integrante do Ludovic. O que você leva do Ludovic para o Quarto Negro?
Eduardo: Muita e pouca coisa. Embora o conceito artístico seja um tanto quanto diferente, convivi e aprendi por bons anos com pessoas muito talentosas, o que me influenciou de diversas maneiras. Não digo que não estaria aqui sem o Ludovic, mas as coisas aconteceriam de uma forma mais devagar caso eu estivesse ocupado com outra coisa. O Ludovic deixou um legado muito bonito e autentico e eu me orgulho de ter feito parte disso.
LG: Vocês tocaram em Nova York. O que acham do cenário musical de Nova York, principalmente do Brooklyn? O fato de morar lá durante um tempo influenciou muito no som de vocês? Seja na melodia, letra, comportamento...
QN: As coisas acontecem de forma muito diferente lá. Fiquei por 4 meses mas só demorei 3 dias pra perceber que o valor dado a própria obra é muito maior do que o jeito que as coisas são feitas aqui. E posso dizer seguramente que alem de todos os valores pessoais, o que mais trouxe desta temporada foi ter a consciência do lugar aonde pertenço. E isso definitivamente me influenciou como artista de um modo geral. Eu não tenho a pretensão de escrever sobre os nossos problemas sociais, mas faço questão de apreciar, respeitar e fazer parte da cultura Brasileira.
LG: Agora o cenário brasileiro. Vocês acham que o cenário brasileiro se encontra saturado? Creio que a dificuldade para encontrarmos bandas que não caiam no óbvio é muito grande. Como é isso pra vocês?
QN: As coisas tem funcionado de forma legal hoje em dia. Vemos as pessoas debatendo muito sobre o modo com que o cenário brasileiro se encontra, muita gente criticando, outras se articulando. Preferimos não nos envolver ou tomar partido, mas achamos que as bandas estão trabalhando e tocando mais do que nunca e todos deveriam pensar mais sobre isso e se preocupar menos com o cunho político da historia toda. O Brasil possui uma cultura muito rica e diferenciada. Não achamos que seja uma tarefa tão difícil fazer algo que não caia na mesmice, mas por outro lado entendemos que a nossa cultura remeta sempre ao exterior o que dificulta um pouco as coisas. Não nos consideramos nada de outro mundo, mas realmente fazemos um certo esforço pra fugir um pouco disso.
LG: Como foi o processo de gravação do clipe Zoroastro?